Douro Vinhateiro – Património Mundial da Humanidade

Douro

 

A terminar o ano de 2001 a UNESCO tornou o Douro herança da humanidade, nosso património, e foi também neste ano que fiz a minha primeira vindima nesta região.

A região rapidamente se entranhou nos meus sonhos, nas minhas realidades e nos meus projectos. O Douro é realmente único no seu esplendor, nas suas gentes, no seu ser agreste e na forma como o Homem conseguiu esculpir as margens do rio que lhe dá o nome.

O cheiro das estevas, o ar tórrido do Verão, ou o ar frio, seco e silencioso do Inverno tornam a região única e marcante.

Mas a melhor forma de partilhar o que sinto é mesmo ir até lá. No Douro, vá de carro pelas infindáveis curvas que a cada viragem nos mostram uma paisagem nova e arrebatadora. Ou, passeie no comboio histórico que ainda rola durante os meses de Verão. Ou, se quiser sentir o rio que levava o tão precioso vinho do Porto até Gaia, siga numa das embarcações e sinta a tranquilidade que o Homem trouxe ao rio.

Antes mesmo da sua viagem, comece a desfrutar da riqueza do Douro aqui em Angola.

Convide os seus amigos e familiares para uma “viagem ao Douro” em sua casa. Para o menu recomendo-lhe um Monte Cascas Colheita Douro Tinto (Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz) que harmoniza na perfeição com pratos de bacalhau, carnes ou peixes grelhados. Um Flôr d’Aneto Tinto (Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz), especial para um kalulu de peixe ou cabrité. Para terminar a sua refeição, não dispense uma boa mousse de chocolate, acompanhada do vinho que é o rei do Douro – um Porto Noval Black (Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinto Cão).

Em Angola, receba confortavelmente em sua casa, estes e muitos outros vinhos, com o Clube de Vinhos Stories of Wines.

Tchim-tchim! 

 

Helder Cunha, enólogo e produtor do Monte Cascas

 

Artigo publicado na Rotas & Sabores, Fevereiro 2014

 

Créditos foto: Gladstone Campos

19 de Março de 2014